O público:
De Todös os Santos é uma empresa que produz colares, brincos, pulseiras e braceletes. Matériais-primas utilizadas são pedras e cristais aliados à prata e materiais naturais.
O público-alvo é feminino, de classe econômica elevada e com perfil contemporâneo. omercializa para espaços reconhecidos como a loja Conte Freire em Porto Alegre e o Espaço Rose Bauer em São Paulo. As peças têm como característica a exclusividade já que são produzidas em pequenas quantidades e a valorização das matérias-primas utilizadas, que ressaltam a brasilidade.
O problema:
Não associação dos conceitos à marca e sim às designers. Ausência de um conceito (comportamental) para a marca, falta de unidade visual e necessidade de padronização da papelaria. Além disso, a marca antiga está associada a festa do Divino Espírito Santo, o que restringe a sua imagem a uma festa católica.
A solução:
Conforme o levantamento de dados realizado, foram definidos três conceitos-chave para a marca de Todös os Santos: natural (divino e artesanal), sincretismo religioso (supertição - amuleto), brasilidade (mistura de povos e culturas).
Com estas variáveis em mãos, utilizou-se um lettering mais orgânico ("feito a mão") para repassar a questão da personalização. Como iconologia se adotou um Balangandã composto de 4 elementos, que remetem ao Cristianismo (peixe), Candomblê (pimenta), Judaismo (estrela) e Islamismo (Lua). Como decodificador, se adotou acessórios naturais, pelo fato das jóias serem feitas em sua maioria com pedras brasileiras.
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